domingo, 30 de janeiro de 2011

Pai, mãe, prepare seu filho para se destacar na sociedade

      Bons relacionamentos de amizade iniciam-se ainda na infância. Muitos deles perduram por toda a vida. Por isso é importante uma integração harmoniosa dos filhos com os amiguinhos para que dessa convivência frutifique relações que poderão, além de desenvolvê-los como pessoas, ser úteis na fase adulta nas suas inter-relações. 

      Organizar-se em equipe
    
     A partir do momento que a criança desperta para as amizades, desperta-lhe também a necessidade de organizar-se em equipe. Ela passa a conviver de forma participativa, a dividir seus brinquedos com os outros, e, dentro do seu pequeno mundo, aprende a obedecer decisões, aceitar regras e respeitar limites.
     O pai, acompanhando esse primeiro contato, deve orientá-lo que seus brinquedos são ‘comunitários’, como os dos demais, e que as discordâncias serão postas de lado em prol da homogeneidade da equipe. O entendimento deve ser amplo, e as dúvidas resolvidas harmoniosamente.
     Assim, crescendo nesse ambiente, e extrapolada essa experiência para o mundo adulto, o país ganha um cidadão com conceito de equipe, dinâmico, organizado. E o seu relacionamento, em qualquer empresa, será eficaz e altamente produtivo!

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     Orientações

     Quantos erros todos nós cometemos ao longo da vida, recebemos orientações, nos corrigimos e fomos perdoados por nossos pais?
     Se, hoje, vemos aqueles erros se repetirem com nossos filhos, talvez em época e forma diferente, temos que buscar entender as razões, e igualmente perdoá-los e orientá-los para não mais errarem.
     Ser pai é ser juiz, confessionário, mestre. Juiz que julga com eqüidade e pune com peso justo; alguém que está sempre pronto a ouvir, ponderar e propor novas e melhores opções; mestre, que avalia o erro e orienta a correção.
     A presença paterna na vida do filho é como o farol na praia iluminando o mar e mostrando as águas seguras ao navegante.
     Ser pai é ter a palavra que orienta, cobra, castiga e perdoa. Sempre!

     Inácio Dantas

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Você, um bom pai ou uma boa mãe para o seu filho!

    Qual o melhor pai para um filho? Aquele que bajula e vicia, ou aquele que repreende e educa?

    1.Obediência

    Um dos comportamentos mais admiráveis no relacionamento pai e filho é a obediência. A obediência, para os filhos, será o reflexo da forma como nós nos comportamos com os nossos pais, visto que eles, filhos, tendem a incorporar o que vêem e ouvem. Somos, portanto, um parâmetro pelo qual eles se espelharão. E a obediência é o vértice profícuo da relação paternal.
     Então, dê ao seu filho os bons ensinamentos que aprendeu de seu pai e que vêm ao longo das gerações. Ele vai perceber que seus antepassados primaram por uma conduta de obediência, a qual, além de pessoas, formou uma família harmoniosa.
  É importante os filhos aprenderem o nobre ofício da obediência. Lar onde filhos desobedecem os pais é como o relacionamento numa torre de Babel: todos se falam, mas ninguém se entende!

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     2.Ofensas

      O que pode a ofensa produzir senão a desarmonia e o ódio entre as pessoas?
     Ofender é, através de gestos, atos ou palavras, ultrajar ou difamar pessoas. É como uma arma vil que se usa para destratar a boa moral ou o direito de outrem.
      E que proveito tira o ofensor?
   Nenhum proveito alguém apura de uma ofensa. Ao contrário, traz como resultado a dissidência, a inimizade. O ofensor, ao agir, rebaixa seu valor, deslustra seu caráter, fica mal visto pelos demais. E, além de ferir a dignidade do próximo, dá exemplo ao filho de uma transgressão da doutrina de Deus.
     Atos de ofensa devem ser contidos e reprimidos. Por você, e para você. São cenas tristes que os olhos do seu filho não devem captar. Ele não deve registrar imagens que, de repente, possa delas fazer uso, repetindo com outros esse ato indecoroso.

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      3.O melhor para o seu filho

     O mundo tem muitas portas para o estrelato, mas tem poucas chaves para abri-las. Eis algumas delas:

     *Não fazer aliança com pessoas desagregadoras ou de coração inclinado para o mal. Assim como não se faz corrente forte com elos fracos, não se faz ferramenta boa com metal ruim.

    *A vida bem-aventurada vem após vencidas todas as adversidades. Fé em Deus, crença em si para vencê-las uma a uma com o trabalho, é como a videira plantada em chão úmido e fecundo: dá frutos do inverno ao verão.

    *Empreste seus braços para, a quatro mãos, moverem pedras e aplanarem o caminho para ele não tropeçar e ser o primeiro a ‘rasgar a fita’. Um pai não se basta ao pão e às vestes; é preciso também ensinar, educar e participar!

     Inácio Dantas

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Relacionamento com crianças: seus filhos, missão paterna.


    Habituar os filhos às "mordomias", tudo que eles querem os pais atendem, é prática não recomendável. Porque, afinal, e quando não for possível atender seus pedidos? Há que ter comedimento para que não se acostumem às facilidades, pois quando tiver que obter coisas com esforço próprio não terá disposição nem energias.

     1.Mimos

     Cuidado, pai, para não mimar excessivamente seu filho. Cobri-lo de mordomias é uma forma inadequada de criação. Ao ter tudo que quer, na hora que quer, como se tudo fosse fácil, bastando apenas pedir, o fará habituar-se. E não é bem assim... As conquistas da vida têm seu preço; e tão somente estender a mão para receber não é uma delas. “Aquele que estraga seu filho com mimos terá que lhes pensar as feridas...” Ecles. 30:7
     Mesmo que você seja abastado, ‘administre’ as exigências do seu filho. Dê-lhe tarefas e, executadas, retribua com um mimo. Essa é uma forma dele esboçar esforço para obter o que quer.
     Filho habituado ao bon-vivant terá dificuldades em viver se um dia você faltar. Entretanto, se ele crescer condicionado às tarefas, estará habituado ao esforço e será capaz de ganhar o próprio sustento sob qualquer condição. Pense nisso.

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    2.Missão Paterna

     A caminhada para a evolução intelectual e profissional do filho tem os seus primeiros passos no quintal de casa. Ali ele vai ser orientado, educado, e ter seu caráter formado. Depois de longa e exaustiva jornada, o pai conclui com êxito sua missão: o filho está pronto para abrir a porta, sair às ruas e ganhar o mundo.
     Seja qual for a formatura do filho, seu verdadeiro diploma será o obtido na universidade familiar, na sala de aula da casa paterna. A inteligência que ele adquirir, e a profissão que conquistar, serão resultados de um pai que trabalhou nos bastidores, incansavelmente. Durante uma vida ele dedicou-se a ensinar ao filho algo de grande valia: lições de vida.
     A vitória do filho é o prêmio do pai. É a certeza que ele o proveu dignamente e o filho abraçou essa causa de corpo e alma, fazendo os dois, ao mesmo tempo, felizes e realizados!

     Inácio Dantas
     (do livro ® “Pai, o que dizer para o seu filho?”)

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     Temas afins (Boas relações entre casais):

sábado, 6 de novembro de 2010

Bom filho, boas lições de vida. Bons alunos saem de bons mestres!

     Há temas que os nossos filhos devem aprender dentro do lar, tendo os pais como mestres e disciplinadores. Deixar que aprendam nas ruas podem ser lições que desensinam, experiências amargas que moldarão suas vidas. Por isso, sempre, esteja com o seu filho, para que o seu filho esteja sempre com você!

     Lições para os filhos

    Nossos filhos, sobretudo na adolescência, estão em ininterrupta evolução intelectual. Paciência, educação, e bom senso crítico são formas de participarmos para ampliar-lhes os horizontes da vida. Outras dicas:

    *Conversar em bom tom, sem o uso de termos grosseiros ou pejorativos. Uma boa conversa evolui para a boa compreensão, resultando a boa aprendizagem.

     *Não ironizar suas idéias ou menosprezar seu potencial. As experiências de vida que você der podem ser bastante para torná-los mestres.

   *Participar de cada etapa da vida deles como se constrói os degraus de uma escada: com esmero e firmeza. Quem sabe, no futuro, eles a usarão para subir ao pódio?

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     Liderança

      Desde a infância algumas crianças já se despontam organizando e comandando o ritmo das brincadeiras infantis. Outras, menos atuantes, retraem-se não demonstrando aptidão momentânea. Os pais, atentos, as acompanham e orientam, objetivando, assim, o melhor desenvolvimento.
     Como responsáveis por essa obra, eles devem cercar os filhos de todas as condições para desenvolver a liderança. Os filhos, por sua vez, dedicam-se a essa causa como condição primordial para realizá-la, porque mesmo que não nasçam com o dom da liderança, o caminho para obtê-la está no apoio recebido dos pais.
   Embora muitos sejam autodidatas, pois a vida também é uma escola, é com os estudos, trabalho, aprendizagem, que as pessoas desenvolvem e expandem essa habilidade, tornando-se exímios e competentes líderes.

     Inácio Dantas
     (do livro ® Pai, o que dizer para o seu filho?”)

     Temas relacionados (Orientação ao filho):
http://paefilho.blogspot.com/2010/10/ironia-irritacao-oriente-seu-filho-para.html 

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Justiça, lamentações, temas a dialogar com seu filho.

      Lar onde pai e mãe erguem a bandeira da justiça os filhos tendem a respeitá-la e a comungarem desse mesmo ideal. Pais que têm atos justos passam o DNA da justiça para os seus filhos. E eles, os filhos, passarão para os seus filhos, numa corrente forte e infinita.
     Lamentações? Devemos ensinar os filhos que as conquistas da vida são feitas de atitudes, coragem, erguer-se dos tombos e "dar a volta por cima". De que adianta lamentar-nos dos nossos problemas se, muitas vezes, quem nos ouve têm mais problemas do que nós...?

     1.Justiça

    O foro da justiça é, antes de tudo, a nossa consciência. Conscientizarmo-nos, e agirmos, usando com eqüidade a balança da justiça, é sermos justos com os outros para que sejam conosco, e, principalmente, estarmos protegidos por Deus.
     A prática da justiça é matéria que se aprende na escola e complementa-se no lar. Assim, pai que age com justiça forma um filho justo; e, contrariamente, pai que age com injustiça corre o risco do filho se espelhar nele e também agir injustamente.
     A luz da justiça deve propagar-se por todo o universo da criança e iluminar seu crescimento e formação. Será justa, sempre, desde coisas pequenas até coisas imensuráveis.
     Fazer o que é justo pode, eventual-mente, dar trabalho e ser dispendioso. Mas, é certeza de consciência limpa, alma liberta e dias tranqüilos.

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      2.Lamentações

    Viver de lamentações é viver reavivando as mágoas, relembrando insucessos, sofrendo em dobro. Ninguém dá crédito para o lamento alheio. Etapas passadas, que não foram realizadas, devem ser jogadas na lixeira do esquecimento.
     Apague as lamentações, não as deixe como exemplo para o seu filho. Ele não deve levar esse estigma adiante.
     Sejam queixas, lástimas, clamores, devem estar excluídos da língua dos pais – e por conseguinte dos filhos.
     É papel dos pais incentivar os filhos para trocar o lamento por ações de impacto, seja qual for a idade deles. Estes devem erguer-se, mirar em frente, e empreender esforço próprio para recuperar o perdido ou reparar o erro.  
     Lamentar o que se foi é como pregar no deserto: a voz não tem eco. É ainda como uma nuvem no céu: passou, seguiu seu destino e jamais retornará!
    
     Inácio Dantas

    Temas relacionados (Filhos irritados):
http://paefilho.blogspot.com/2010/10/ironia-irritacao-oriente-seu-filho-para.html 

    Temas complementares (Deus sempre ao seu lado!):

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Pai, mãe: Fale aos seus filhos sobre inveja e o relacionamento com os irmãos.


     Há valores nobres na vida das pessoas; há valores desprezíveis também. O relacionamento entre irmãos é um valor nobre e deve ser incentivado e ampliado com a supervisão dos pais, para que seja, desde crianças à fase adulta, além de irmãos, grandes amigos. 
      Mas também aborde o tema Inveja. Seja entre irmãos, seja com as pessoas no entorno, é um valor desprezível que deve ser coibido pelos pais e direcionado o pensamento dos filhos no sentido de "correr atrás" das suas próprias conquistas, com dedicação, suor e esforço próprio.

      Inveja
     
     Abstenha da formação do seu filho a torpe idéia da inveja. Não será usando esse recurso que ele, ou quem quer que seja, conseguirá moldar seus ideais e edificar um futuro melhor.
     Nos objetivos de vida de qualquer pessoa devem estar excluídos tudo que possa ter conotação com o ‘desejo do que é alheio’. Crescer sem ter essa lição aprendida é crescer e ser desaprovado na escola da vida.
     Cada qual deve lutar para conquistar, com o próprio suor, os bens necessários à sua subsistência. E para essa luta, o trabalho, Deus dotou os homens de corpo e cérebro, para todos lutarem em condições de igualdade. E a inveja, que nada constrói, é uma conduta que deve ser alijada do pensamento.
     Devemos dar bons exemplos aos nossos filhos. E abstê-los da inveja é dar-lhes um caráter firme, disposição e coragem para obter conquistas próprias!

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     Irmãos

     Se você tem mais de um filho, considere que:

     *Um pai sempre divide seu coração com os filhos em partes iguais.

     *Dar mais afeto para um do que para outro, é ter filhos unidos pelo sangue, mas separados pelo amor.

     *Em briga entre irmãos quem se machucam são os pais.

     *Filhos que crescem envoltos em grande união tornam-se os melhores amigos do mundo!

     *Uma família irmanada pelo amor forma uma sociedade ilimitada!

     *Criar um filho com privilégios, em detrimento ao outro, é criar dois frutos desiguais no mesmo caule.

     Inácio Dantas
    (do livro ® “ Pai, o que dizer para o seu filho?”)

    Temas relacionados (Sonhos, objetivos):

    Temas complementares (Ofensas...):

    Temas afins (Sonetos):

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Filho amado. Pai, mãe, filho: amizade, companheirismo, felicidade!

      1.Instruções importantes ao seu filho

   *Não crie-o despreparado nesse mundo de lobos. Além dos ensinamentos livrescos, escole-o nos ensinamentos da vida. Muna-o de experiência para enfrentar, e vencer, qualquer artífice do mal.

     *Sabe os castigos que o seu pai lhe dava e você abominava? Cuidado para não repeti-los com o seu filho, para que não suceda, amanhã, ele os repetir com o filho dele...

     *Ensine-o a não mentir. Viver de mentiras é construir a reputação sobre alicerces de areia. A qualquer momento desmorona sob uma pequena onda, vinda do grande oceano da verdade!

     *Afaste-o das colheitas do malfazer. Se da benignidade colhe-se o bem, o que se colhe no pomar dos pecadores, o que é, senão o fruto do pecado?

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     2.Intimidade

    Em vários momentos seu filho desejará ficar a sós consigo mesmo. Não estranhe. Serão momentos de breve reclusão para uma autoanálise, talvez até para fazer uma faxina íntima. Deixe-o à vontade. Será uma oportunidade para ele ‘acertar contas’ com a sua consciência. Há certas coisas na cabeça de um jovem que nós, pais, também já as vivemos. Estudo, trabalho, amor... Procure entendê-lo para formar um juízo de valor e opinar de forma abalizada.
     Pacientemente, pergunte o que ele tem, se aconteceu algo. Se ele quiser desabafar, ofereça seu colo amigo. Seja um ponto de apoio para ele extravasar os mais delicados sentimentos. Se oportuno for, aconselhe-o e minimize suas angústias. Se ele chegar às lágrimas, afague-o e deixe-o chorar, posto que lágrimas derramadas são como a chuva – limpa o espaço e faz reverdecer a vida!

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     3.Inveja
     
    Abstenha da formação do seu filho a torpe idéia da inveja. Não será usando esse recurso que ele, ou quem quer que seja, conseguirá moldar seus ideais e edificar um futuro melhor.
     Nos objetivos de vida de qualquer pessoa devem estar excluídos tudo que possa ter conotação com o ‘desejo do que é alheio’. Crescer sem ter essa lição aprendida é crescer e ser desaprovado na escola da vida.
     Cada qual deve lutar para conquistar, com o próprio suor, os bens necessários à sua subsistência. E para essa luta, o trabalho, Deus dotou os homens de corpo e cérebro, para todos lutarem em condições de igualdade. E a inveja, que nada constrói, é uma conduta que deve ser alijada do pensamento.
   Devemos dar bons exemplos aos nossos filhos. E abstê-los da inveja é dar-lhes um caráter firme, disposição e coragem para obter conquistas próprias!

     Inácio Dantas
     (do livro ® “Pai, o que dizer para o seu filho?” )

     Temas relacionados (Boa índole, gratidão):

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