domingo, 7 de maio de 2017

Dia das mães. Uma singela homenagem.


Dia das mães. Uma singela homenagem.

1.Emoções... Mãe, como transformar em fortaleza as emoções dos filhos?


As emoções nos abre o sorriso, nos leva às lágrimas... Há que ter-se um freio, pois quando o galope das emoções é mais forte que o da razão, a queda pode ser fatal...

Emotividade de mãe, e por essência da própria mulher, revela-se ante situações que mexem com seus sentimentos, balançam seu coração e põem sua alma em elevação. Aí vemos a extensão da sua fé, a voz embargada, torrentes de lágrimas copiosas... Emoção de mãe é límpida, transparente. É possível ver o que ela sente por dentro, pois não consegue camuflar reações emotivas. Mistificar? Impossível: tudo nela é sincero e verdadeiro.
Mas, como ensinar o filho a ser “durão”, tendo em vista as durezas do mundo? São aulas valiosas ensinar a ocultar e reter alegrias, tristezas, amor, raiva, dor... Por certo elas se esforçam nessa tarefa, pois assim também se tornam mais fortes, manipulando e não sendo manipuladas. Porém, isso também depende dos alunos, afinal emoção não tem fórmulas nem é matéria “decoreba”, embora algumas técnicas possam ser aplicadas.
Emoções são subjetivas, abstratas, um estado moral que envolve modificações íntimas, bem como repercussões mentais de excitação. Pode-se aprender na teoria como “segurar a onda”, mas na prática pode correr um “rio caudaloso de água sentimental”.
É difícil o ser humano controlar certas emoções. O coração sente o que os olhos veem. Entretanto, aos olhos mais escolados, cuja estrutura física passou pelo processo de aprendizagem materno, é possível transpor a ponte e, do outro lado do sentimento olhar para trás e ver que certos fatos e imagens foram sabiamente contornados e superados.
Fortalecer o lado frágil do sentimento dos filhos é torná-los mais preparados para os embates da vida, pois o mundo lá fora, cheio de obstáculos, necessita de emoções recrudescidas, braços e mente fortes para vencê-los.

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2.Ensinamentos: ai do filho que não ouve sua mãe...

Mãe ensina, os mestres aperfeiçoam, a vida diploma. Não há lições velhas, mas aprendizes novos. O mundo é uma escola sob o céu azul, com bilhões e bilhões de alunos...

O que será de um filho que rejeita ou ignora os preciosos ensinamentos de sua mãe? O mundo é uma arena e digladiam-se aqueles que não têm embasamento, aqueles que não tiveram, desde tenra idade, o pulso forte de sua mãe, pois filho que ouve e aplica seus ensinamentos prepara-se para vencer batalhas rumo à aurora de uma vida feliz.
Ensinamentos de mãe não estão nas aulas que se ensinam nas escolas. São lições que quadro negro nenhum é capaz de registrar. Mestres, doutores, por mais graduados que sejam não ensinam, embora verdadeiramente muitas das lições de suas vidas acadêmicas foram aprendidas sob a ponta do indicador do dedo materno.
Tenha como referencial inconteste que ensinamentos de mãe não são para fazer “prova”, “tirar nota”, “passar de ano” ou ter diplomo de bacharel. São ensinamentos de existência, de sobrevivência, de como “sair do casulo, criar asas, aprender a voar e buscar seu próprio céu para flanar”.
Então, abra os olhos e ouvidos e permita entrar sons e imagens expressadas por aquela que, por você, não mede esforços para repetir exaustivamente uma orientação, um conselho ou uma lição que norteará sua formação moral e intelectual.
Respeito, compreensão, tolerância, perdão, caridade, temor a Deus, ensinamentos de vida que transmite a mestre dos mestres e que vão constituir a formação moral e social e moldar o caráter de, hoje uma simples criança, amanhã um honorável cidadão!

Prof. Inácio Dantas
Do livro “Mulher, mãe: Lições de vida para toda a vida!”
www.amazon.com.br


sábado, 6 de agosto de 2016

Pai, honra e idoneidade são dois atributos para seu filho alcançar o sucesso!


Pai, honra e idoneidade são dois atributos para seu filho alcançar o sucesso!
1.Honra
 Honra é consideração às virtudes, à boa qualidade humana. O homem honrado ilustra a classe social, distingue e notabiliza o meio a que pertence. Destaca-se entre membros destacados, põe-se degraus acima no patamar da referência pública.
Em contraponto, infeliz daquele que banha-se nas águas do erro e mancha a sua honradez. Este, em desonra, enxovalha-se de máculas e depois, para purificar-se novamente, talvez gaste toda uma vida.
A honra deve ser alva e cristalina como gota de orvalho, pois ambas são dádivas do céu. Contudo, na busca do ´barato´, fácil e rápido’ alguns se aventuram por caminhos heterodoxos, pondo-se a perder. E o homem que perde a honra é como um homem sem pátria, vive a fugir, sem porto nem paragem. E isso nenhum pai há de querer para o filho.
É na juventude que muitos se desviam e depois têm dificuldade para voltar. Dê exemplos de pessoas desonradas, isso vai sensibilizá-lo. O homem sem honra sofre o descrédito, o isolamento. Incentive-o a juntar esse bem que não é cobiçado nem disputado: a honra. Insista de forma que seu filho decore essa lição e passe a cultuá-la; ele deve saber o que é, os lucros por ganhá-la, os prejuízos por perdê-la.
Ao olhar-se uma nuvem sabe-se se ela tem chuva; ao olhar-se uma árvore sabe-se se ela dará boas tábuas; ao olhar-se uma criança sabe-se se dará um bom cidadão. Então, pai, preocupe-se com esse tema, a honra do seu filho. Enfaticamente.
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2.Idoneidade:
Ter idoneidade é ser notabilizado, é ter uma qualidade de destaque, uma dignificação no conceito público. É ser referendado como bom caráter, ancorado pela boa prática dos direitos, deveres, hábitos e costumes.
 Quem é idôneo desfruta de amizades e companheirismo irrestrito. Seu cadastro é impoluto, “ficha limpa”. Tem crédito perante a sociedade e é bem recebido onde quer que vá. Por isso é vital que a cabeça dos pais, e das crianças, esteja infundida desse nobre minério que, como o diamante, brilha e tem valor inestimável.
Juízo reto, inflexibilidade para o que é certo, justo, verdadeiro, são disciplinas que devem ser, pelos pais, ministradas aos filhos, desde pequeninos. Na universidade da vida, o pai é o professor, o filho o aluno e a idoneidade o diploma superior. Os filhos, lições aprendidas, avançam à fase adulta sem nenhum arranhão nas suas obras e têm polidíssimo o verniz da conduta.
 Na fase profissional, sempre com a supervisão paterna, os filhos vão caminhar despreocupados e olhar a todos de cabeça erguida, pois fizeram da idoneidade uma aura luminosa e admirável!
Prof. Inácio Dantas

(do livro ebook “Ensinamentos de Pai para Filho” – www.amazon.com.br)

domingo, 15 de maio de 2016

Dia da Família




Dia da Família:
Mãe & filhos: amor, carinho e amizade que une toda a família, hoje e sempre!

Filho que é amigo da mãe tem a melhor amizade do mundo!

Se dependesse dessas abnegadas senhoras genitoras, todos os filhos do mundo se tornariam uma só irmandade. Estariam juntos, congraçando-se felizes como membros da mesma família. Mãe não gosta de ver elos da corrente da amizade romper-se e ver escorrer o sangue das desavenças.
Mãe é apaziguadora, acalma e demove espíritos turbados; é conselheira, conciliadora, árbitro que julga tendo as leis cristãs e a balança da justiça como diretriz.
Conviver separados pelo muro da inimizade é lição que as mães não ministram aos filhos, afinal entre os homens elas são ministras de Deus.
Não há linhas ou entrelinhas de inimizade nos seus manuais de ensinamentos. Ao contrário, através do diálogo amistoso há sempre formas de unir pontos divergentes, equacionar diferenças e obter-se entendimento cordato.
Amizade é um bem maior nas inter-relações humanas. Mãe nos ensina, e nos cumpre aprender, o valor da lição bíblica de Ecles. 6:14 “Quem encontrou um fiel amigo encontrou um tesouro”.
Quem, afinal, tem mais lições de amizade a nos ensinar do que as mães? Elas já são amigas dos filhos desde o óvulo, da fecundação. Amizade umbilical, essa é uma primazia delas. Como questionar a própria natureza da evolução humana?
Indutora da paz, promove a confraternização das raças, pois se dependesse das mães o mundo viveria sob o pacto da não agressão, da paz, amizade e entendimento.
Prof. Inácio Dantas
Do livro Ebook “Mulher, Mãe: lições de vida para toda a vida” – www.amazon.com.br



sexta-feira, 6 de maio de 2016

Homenagem ao dia das mães (2)


Homenagem ao dia das mães (2)

Doçura nas palavras, suavidade nos gestos:
quanto os filhos têm a aprender com as mães!

Mãe nos orienta que, para palavras duras há sempre um jeito suave de dizê-las. Mãe é assim: mesmo quando nos diz palavras amargas dosa a língua no açúcar!

 Mãe tem um jeito especial de tratar e cuidar dos filhos. Ela sabe a ferida que dói, o desejo mais ardente, o segredo mais secreto e outras ´cositas mas´... Com sua doutrina pacienciosa e palavras medidas, trata os filhos como príncipes e princesas. Arruma meticulosamente nossas roupas, cama, objetos pessoais e ainda têm tempo (e muito!) para nos ouvir com seus ouvidos atentos, olhar doce e mãos acolhedoras.
Os filhos, ao contrário, são imediatistas, pragmáticos... Jogam as roupas em qualquer canto, tiram as coisas do lugar e não as recolocam, respondem por monossílabos... Ah, quanto os filhos têm a aprender!
Mas, toda mãe está sempre pronta para receber docilmente o filho e o aconselhar com palavras que somente quem nos deu à luz pelo ventre ou pela adoção é capaz. E é assim conosco desde pequeninos. Ela nos ensina ao pedirmos algo usar ´por favor´ e retribuir com um ´obrigado´, usar as palavras ‘bem-vindo’, ´com licença´, ´perdão´, ´está perdoado´, e tantas outras que nos ajudam a crescer com um caráter dignificado.
A vida é isso e torna-se mais radiosa quando o diálogo vence a barreira da rudeza e deságua na praia da suavidade. Palavras amargas e gestos bruscos não ganham consciências nem unem pessoas. Mães bem sabem disso. Em geral é o coração tranquilo, não os músculos exaltados que trazem o entendimento e deixam o ambiente em paz.
Essa lição é sensível, pacienciosa. Ter docilidade ao falar e suavidade no trato revela que somos grandes por fora e gigantes por dentro.
Propiciar uma interação melhor com terceiros é sermos beneficiados com nossas próprias falas e ações, e assim saborearmos, gole a gole, o mel da vida nas taças claras da bem-aventurança!
Prof. Inácio Dantas

Do livro Ebook “Mulher, mãe: lições de vida para toda uma vida.” – Adquira em www.amazon.com.br

sábado, 30 de abril de 2016

Homenagem ao Dia das mães.



Homenagem ao  Dia das mães.
Mãe, como transformar em fortaleza as emoções dos filhos?

As emoções nos abre o sorriso, nos leva às lágrimas... Há que ter-se um freio, pois quando o galope das emoções é mais forte que o da razão, a queda pode ser fatal...

Emotividade de mãe, e por essência da própria mulher, revela-se ante situações que mexem com seus sentimentos, balançam seu coração e põem sua alma em elevação. Aí vemos a extensão da sua fé, a voz embargada, torrentes de lágrimas copiosas... Emoção de mãe é límpida, transparente. É possível ver o que ela sente por dentro, pois não consegue camuflar reações emotivas. Mistificar? Impossível: tudo nela é sincero e verdadeiro.
Mas, como ensinar o filho a ser ´durão´, tendo em vista as durezas do mundo? São aulas valiosas ensinar a ocultar e reter alegrias, tristezas, amor, raiva, dor... Por certo elas se esforçam nessa tarefa, pois assim também se tornam mais fortes, manipulando e não sendo manipuladas. Porém, isso também depende dos alunos, afinal emoção não tem fórmulas nem é matéria ´decoreba´, embora algumas técnicas possam ser aplicadas.
Emoções são subjetivas, abstratas, um estado moral que envolve modificações íntimas, bem como repercussões mentais de excitação. Pode-se aprender na teoria como ´segurar a onda´, mas na prática pode correr um ´rio caudaloso de água sentimental´.
É difícil o ser humano controlar certas emoções. O coração sente o que os olhos veem. Entretanto, aos olhos mais escolados, cuja estrutura física passou pelo processo de aprendizagem materno, é possível transpor a ponte e, do outro lado do sentimento olhar para trás e ver que certos fatos e imagens foram sabiamente contornados e superados.
Fortalecer o lado frágil do sentimento dos filhos é torná-los mais preparados para os embates da vida, pois o mundo lá fora, cheio de obstáculos, necessita de emoções recrudescidas, braços e mente fortes para vencê-los.
Prof. Inácio Dantas
Do livro (ebook) “Mãe, mulher: lições de vida para toda a vida”
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domingo, 10 de abril de 2016

Amor de mãe, amor puro, verdadeiro, imortal!


Amor de mãe:
Tantos filhos, tantos corações pulsando no peito.
Depois de Deus, o amor mais sublime é o de mãe!

Se você pensa que uma mãe tem mais amor por um filho que por outro, é hora de reavaliar seu pensar. Ela pode até, por razões de afinidade, aos seus olhos deixar transparecer essa ideia. Porém, é só uma forma de você ver, interpretar e dimensionar seus gestos, palavras e afeto. Dentro de si, no quarto secreto dos sentimentos, o amor tem grandeza e pesos iguais, formas e cores iguais, emoções, razões, preocupações e outros valores abstratos que transcendem o imaginário de todos nós, filhos, mortais ante este santuário sagrado chamado mãe.
Não meça seu amor de filho pelo amor de mãe. Nem se engane se, num momento de raiva, nervosismo, atribulações, ela deixá-lo em dúvida de que seu amor enfraqueceu ou diminuiu. É só aparência. Seu momentâneo descontrole corre por artérias propulsionadas por uma força gerada por energias de um plano superior. Breve ela retoma as rédeas de si, do entorno e abre um sorriso mágico, como atestado de que dentro da sua alma está tudo tranquilo e em paz.
Observe que toda mãe tem elegância nata, doçura angelical, carinho, pendor para a generosidade que só o universo das mães pode compreender, e que, aos filhos, muito mais do que corrigir erros e falhas, está sempre pronta ao afago e ao perdão.
O amor é o pão de Deus. Quem ama sua mãe tem por dentro o coração plasmado, insculpido seu santo nome, pois amor de mãe é original, puro, verdadeiro. Pode-se, num caloroso abraço materno ouvir as batidas, como se dentro do peito pulsassem vários corações, um para cada filho!

Prof. Inácio Dantas
Do livro do Autor (Ebook) “Mulher, Mãe: Lições de Vida para toda a Vida” – www.amazon.com.br


quarta-feira, 6 de abril de 2016

Disciplina, discordâncias entre pais e filhos. Como agir, pai e mãe?




1.Disciplina
Com a disciplina - observação aos preceitos escolares, às regras e regulamentos das organizações, obediência à autoridade etc, -, temos um “eixo” para “girarmos” em simetria e cumprirmos nossas missões eficientemente.

Para cada coisa um tempo, um tempo para cada coisa. Não terminar no meio, não iniciar pelo fim e nem fazer mal feito são alguns tópicos de disciplina. Ao respeitar-se a cronologia das tarefas, as ordens superiores e implementar boa dose de competência, é possível fazer mais, melhor e em menor tempo.
Querer levar vantagem em tudo é um câncer comportamental que corrói e destrói o valor moral das pessoas. A disciplina, um dos pilares da educação, infelizmente é esquecida e dá-se lugar ao ‘eu primeiro’. Na busca de facilidades, uns atropelam os outros num comportamento indisciplinado e mesquinho.
Práticas sociais comuns como fazer fila, dar o lugar aos mais velhos, esperar a sua vez, dentre outras, são desrespeitadas, transformando-se em atos antissociais e beirando ao animalesco. Mas como exigir disciplina de um adulto indisciplinado?
Se desde pequenos, dia após dia, cuidarmos e endireitarmos o caule de uma planta, no futuro teremos uma árvore de tronco reto, vistoso, perfeito. Assim também o será com uma criança. Orientá-la, desde pequenina, a obedecer às leis, ordens, regras e costumes sociais é ter, amanhã, um cidadão disciplinado e uma sociedade leal, justa e colaborativa.

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 2.Discordâncias
As concordâncias, por conveniências ou interesses materiais, são discordâncias camufladas. Nem sempre concordar significa aprovar ou assentir que tem a mesma linha de ação ou pensamento. E, a propósito, as discordâncias, quando justificáveis, são formas de defesas de pontos de vista e de formação ética?

Discordar do que um oponente pensa, diz e faz é praxe normal no mundo civilizado. Cada qual tem sua forma de ser, de ver as perspectivas e de conduzir seu destino. O que outros pensam e dizem pode ou não coincidir com o que pensamos ou dizemos. Nem sempre as afinidades são afins... E as discordâncias, quando há, devem ser pacíficas e tratadas como normais nas relações entre pessoas de ideias diferentes. 
Por outro lado, como tratar as discordâncias dentro do lar? As discordâncias entre pai e filho podem ocorrer, serem calorosas, mas jamais extrapolar os limites do racional. Pai e filho não devem fazer de um diálogo discordante palco de embates de qualquer ordem.
Com o passar do tempo é normal a evolução intelectual do filho, aliás incentivada e patrocinada pelo pai. E essa evolução pode dar, ao filho, a presunção de ter superado os conhecimentos paternos. E aí iniciam-se as discordâncias...
O pai deve ser sagaz. Deve aceitar que eventualmente o filho o superou nos conhecimentos livrescos, mas que ele o supera nos conhecimentos da vida. E, assim, os egos devem ser aplacados e a união das duas mentes deve convergir em prol do bem comum.
Discordar, pai e filho, faz parte do debate democrático e é salutar para a complementação do saber, de um e de outro. Entretanto, isso deve ser feito num clima tranquilo, em alto nível, afinal devem entender que eles são dois soldados, armados com as mesmas armas e unidos para enfrentar o mesmo adversário, o mundo!


Prof. Inácio Dantas
Extraído do livro ebook "Ensinamentos de Pai para Filho". Adquira em www.amazon.com.br