Honestidade
Conquistar riquezas agindo de forma desonesta é tê-las sob suspeição, além de ser mal visto pela sociedade.
Ontem, hoje e amanhã, dá-se à virtude da honestidade o peso em ouro. Privilegia-se mais o honesto, às vezes com pouco estudo, do que o sábio desonesto. E é esse valor moral que vai se transformar num requisito disputado pelo mundo dos negócios. A honestidade constitui-se no item mais valioso de qualquer curriculum vitae.
Agora vem a nossa parte como pai: ‘plantar’ essa riqueza na formação dos filhos.
Desde os primeiros atos da criança, que ainda não tem noção de posse das coisas, devemos orientá-la que o que é dos outros não se deve ter, e que se pe-diu emprestado deve devolver ao dono.
E assim, limitando-se a ter exclusivamente o que é lícito, é que alguém será bem visto e terá legitimado os bens e direitos que possuir!
A honra deve ser alva e cristalina como a gota de orvalho, pois ambas são dádivas do céu. Contudo, na busca do ‘fácil’ alguns se aventuram por caminhos heterodoxos, pondo-se a perder. E o homem que perde a honra é como um homem sem pátria; tem que viver fugindo, sem porto nem paragem. E isso nenhum pai deve querer para o filho!
Foque esse tema com ele, com ênfase. É na juventude que muitos se desviam e depois têm dificuldade para voltar. Dê exemplos de pessoas desonradas, isso pode sensibilizá-lo. O homem sem honra sofre o descrédito, o isolamento. Insista de forma que ele decore essa lição e passe a executá-la, porque a honra está entre os maiores ideários humanos!
Inácio Dantas
(do livro ® “Pai, o que dizer para o seu filho?”)
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