sábado, 16 de julho de 2011

Doze conselhos de pai para filho (IV)




1-Não ouça pessoas negativas, que reclamam da vida, que trazem a voz do desânimo. Você tem um compromisso com a felicidade, com o sucesso. Ouça pessoas positivistas, que trazem palavras de elevação, de incentivo e são exemplos de luta e vitória.

2-Abra a mão do bel-prazer e construa o mínimo para si e sua família. Não deixe o tempo passar em ‘brancas nuvens’. Quem não se preocupa em edificar na sua juventude, que construções terá ao envelhecer?

3-Não alce a mão para o fruto alheio e não dê o passo fora do seu espaço. Uma nação onde os cidadãos se respeitam é uma nação forte, próspera e feliz.

4-Evite vangloriar-se de ter isso ou saber aquilo; refute a soberba. O mundo vê com olhos de reprovação aqueles que se autovalorizam.

5-Num momento de descontrole faça uma pausa, inspire fundo e reflita, para não dizer coisas que não gostaria que lhe dissessem.

6-Se você está apto, devidamente preparado para uma prova ou competição, não entre temeroso, com receio de falhar. Entre disposto, firme, confiante, ou o seu maior adversário será você mesmo.

7-Persevere em busca da vitória, você é capaz. A maior glória de um homem é vencer usando sua própria capacidade.

8-Se você for chamado para mediar uma discussão, não seja partidário desse ou daquele antes de ouvir ambas as partes. Conheça os motivos de cada qual e decida-se, privilegiando sempre quem realmente estiver com a razão.

9-De súditos a majestades, de cidadãos a presidentes, todos aqueles que se julgarem invencíveis vão tombar como qualquer mortal.

10-Se você quer as coisas justas e corretas, dê o exemplo. Aja com justeza e correção. Mostre que o que você deseja para os outros é o que pretende para si.

11-No lar, no ambiente de trabalho, nas ruas, use sempre as palavras ‘por favor’, ‘dá licença’, ‘obrigado’. Não as economize nem se envergonhe de usá-las. Seja educado. Educação é igual uma moeda: com o mesmo valor que você paga você recebe.

12-Ao vivenciar um momento de escuridão, de dificuldades, faça uma oração. Não se esqueça de quem não se esquece de você: Deus. Ele é um manancial de luz, fonte de inspiração. Seus pensamentos vão clarear e suas idéias serão pródigas de soluções.

    Inácio Dantas
    do livro (c) 300 Sugestões para você se relacionar melhor
 
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terça-feira, 5 de julho de 2011

A Bíblia e a Família: duas meditações oportunas:



  “Filho meu, ouve a instrução de teu pai, e não deixes o ensinamento de tua mãe. Porque serão como diadema gracioso na tua cabeça e colares ao teu pescoço”

Provérbios 1:8-9

     Pai, instrua o seu filho. Filho, ouça a instrução do seu pai!
     Pode um filho ser feliz e encontrar a prosperidade vivendo em desarmonia com os pais? Certamente que não. A felicidade de qualquer um tem como premissa a boa educação e o relacionamento harmonioso junto aos seus pais e à família.
    Um lar onde pais e filhos não se entendem as paredes tremem. É um lar frio pela ausência de calor humano e escuro pelas trevas do desentendimento. E ainda pior. Ao haver brigas e desapreço, Deus se entristece e uma névoa de infelicidade cobre aquela morada.
     Qualquer lar para ser forte, inabalável, tem de estar unido pelo respeito e ungido pelo amor.
     O filho deve receber, qual um dedicado aluno, as lições ministradas por seu pai e sua mãe. São lições de vida e cidadania, pois a melhor escola de um filho são os ensinamentos dos seus pais.
   As pessoas que têm uma luz especial, que vivem a sorrir, a irradiar paz e felicidade e subir os patamares da vida com troféus de vitórias, são, inconfundivelmente, aquelas que têm amor por Deus e amor por seus pais eternizados no coração!

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     “Eis que chega a hora, e já se aproxima, em que vós sereis dispersos cada um para sua parte, e me deixareis só; mas não estou só, porque o Pai está comigo.”
João 16:32

     Haverá de chegar um momento, na vida de todos os pais, quando verão seus filhos deixarem o lar paterno para congregarem-se a outras famílias. A casa, onde junto aos pais era festa, de repente será silêncio. Dispersos, cada um para um lado, os filhos deixarão pai e mãe.
     Mas, por mais que fiquemos sós, Deus sempre está conosco!
     Tenha você também esta certeza da proximidade de Deus e construa uma ponte sobre o silêncio e a solidão. Para isso, peça ao Criador:
     Em cada palavra de amor que eu disser, duas flores desabrochem no jardim da paz;
    em cada tufão de dificuldade que soprar, erga-se o muro inquebrantável da esperança;
   em cada atalho que eu tomar, rumo ao meu destino, que Sua luz ilumine meus passos e Sua mão desvie as setas do perigo;
   em cada lágrima de dor que verter dos meus olhos, mil lampejos de alegria reflitam da minha boca;
     e, Senhor, em cada sonho que eu tiver, revela-me a maravilha do Seu Reino. E se eu for merecedor, desperta-me para alcançá-lo e comigo esteja, hoje e por todo o sempre.
    Amém!

     Inácio Dantas
    
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segunda-feira, 27 de junho de 2011

Ingratidão, Iniciativa: duas lições valiosas para os filhos.




   Quantas vezes assistimos na TV, e até mesmo vemos acontecer nas ruas, cenas de filhos se rebelando contra pai e mãe, desdenhando a autoridade paterna, mostrando-se ingratos? E os pais, tentando compreender a incompreensão dos filhos, ora com voz meiga, ora irritados, contrapõem-se à gritaria deles... O que fazer? Que atitude correta tomar para não aumentar ainda mais a ingratidão?

    Claro, cada caso é um caso. Alguns pais e mães agem de uma forma, outros de outra forma, tendo em vista o conhecimento das reações e das “manhas” dos filhos... Mas, seja como for, os pais devem sempre coibir e mitigar as reações abruptas deles. E devem fazê-lo quando eles ainda são crianças, pois nessa fase as palavras e ações paternas têm poder sobre os pequenos. Porque, depois que elas crescem, aí então essa tarefa fica difícil, senão impossível...

    Ingratidão
    
    Quantas horas de vida perde um pai, descorçoado com o filho ingrato?
    Um pai, dia após dia, dá-se com amor e afeto bem educando o filho, o qual, ao ficar adolescente, desdenha esse amor e torna-se ingrato. Tudo que foi investido ao longo da sua formação é esquecido, e ele troca os valores mais comezinhos da afetividade pela ingratidão. Enxerga somente que o pai é um ser que existe para servir seus interesses próprios...
     Diante disso, como agir?
    Deve-se fazê-lo compreender que gratidão é uma moeda produzida no coração para se pagar o bem recebido. E que ninguém que é ingrato alcança as benesses da terra, as quais Deus premia àqueles que bendizem o favor recebido.
   Por fim, faça-o compreender que as rodas do universo giram em direção à felicidade, tendo por impulso a força da gratidão!

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     Incentive seu filho à realização de tarefas que possam ser benéficas para eles mesmos. Temas escolares, assuntos de trabalho, atividades no lar... Quando eles desenvolvem a aptidão por algo, e a iniciativa é instantânea, dá-se um passo firme para os prepararem para uma futura liderança.

     Iniciativa

     Força de vontade, diligência, antecipar-se aos outros para realizar tarefas, são exemplos de iniciativa.
     Quem tem iniciativa está um passo à frente dos demais. Ativo, e altivo, não tem dificuldades para obter trabalho, pois sua mão de obra é sempre requisitada. É o tipo de profissional que as empresas demandam e ao qual ofertam os melhores salários.
    Mas, pergunta-se, o profissional de iniciativa já ‘nasce feito’? Ou ele é moldado no decorrer da vida?
    Pode ser uma ou outra, ou até a união de ambas as coisas. Porém, a verdade é que ele é moldado durante seu processo de crescimento. Com a presença inspiradora do pai, o ímpeto da iniciativa desperta e o filho torna-se um exponencial.
   ‘Injeção’ de incentivo, cobranças racionais, incansável ensinamento. Eis como formar um grande artista tendo por maestro o pai!
 
     Inácio Dantas
     (Trechos do livro © “Pai, o que dizer para o seu filho?”

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quinta-feira, 16 de junho de 2011

Pai, mãe, filhos... Vários almas, um só corpo!



     Família, uma benção sublime para enfrentar e vencer dias difíceis.

     As pessoas amadas merecem de nós carinho, respeito, atenção. Membros do mesmo clã, elas formam conosco uma união carnal e espiritual.
     Família são muitos corações e uma só alma. Embora composto de várias artérias, se integram e interagem pelos mesmos princípios e formam entre si uma entidade de amor, irmanada pelo mesmo sobrenome.
     Mesmo aqueles que se desgarram, que optam pelos caminhos do erro, merecem de nós o perdão e o desejo de que sigam seus destinos e encontrem a felicidade.
     Devemos ser solidários e convivermos com quem é sangue do nosso sangue, senão como conviveremos com estranhos? Romper o cordão umbilical que nos une à família é aventurar-nos à própria sorte. Nos descaminhos há mãos hostis à espera dos solitários. Viver sem amor e sem afeto familiar é viver à mercê dos perigos da noite, dos rigores do frio, das agruras da fome.
     No seio da família, confortado pelos que nos amam, é onde recarregamos nossas baterias e recompomos forças; é onde encontramos guarida segura; é onde nossas dores são curadas e onde nossas angústias têm fim.
     Quem tem uma família amada tem dias venturosos e a vida orientada por Deus; tem os pés em chão firme e está pronto para alçar voo e conquistar o mundo!

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     Você e sua família em convivência com os amigos:

·    Ao discordar da opinião de um amigo o faça com mansidão como se discordasse de si mesmo.


·   Com os amigos seja honesto, respeitoso, e cumpra a palavra e os compromissos. Eles lhe serão fiéis, exaltarão seu nome e dignificarão sua honra.


·         Para os melhores amigos, tente fazer o impossível. Se não conseguir, valeu a tentativa.


·     Seus melhores amigos guarde-os no lado esquerdo do peito, eles são indicados por Deus. Ou você vai desprezar tão sublimes indicações?


·   Quando você encontra um grande amigo, e por ele também é encontrado, é como se o mundo ganhasse mais dois irmãos!


·     Mentalize: “Minha mente e minha massa corpórea é toda felicidade; logo, tenho a vida em ascensão, amigos, conquistas e um futuro alvissareiro!”

       Inácio Dantas
       Do livro © “Semeando dias felizes!”

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quinta-feira, 9 de junho de 2011

Filhos crianças, filhos adultos... Hora de administrar a evolução da vida.




      Filhos: um pedaço de nós fora do nosso corpo!

     Filhos, tê-los ou não tê-los? Essa é uma decisão importante que vai modificar para sempre o futuro do casal. É um ato sublime que deve ser decidido com responsabilidade, pois o mundo globalizado, e muito competitivo, reescreveu uma nova dinâmica para a criação deles.
     Hoje, encurtou-se o tempo e expandiram-se as necessidades – saúde, educação, vestuário, segurança, trabalho, etc. Por conseguinte, ter um filho passou a ser algo que deve ser previamente discutido e programado e não uma simples “obra do acaso”. Pôr no mundo uma nova vida passou a se constituir uma tarefa que exige dos pais dedicação em tempo integral. A ideia de que “mesa que come um, come dez”, ficou no tempo, ultrapassada. O ritmo frenético da modernidade deixou exíguo o tempo disponível. Criar um filho agora tem um alto custo material e uma alta doação de si mesmo: a afetividade.
     Destarte, o casal deve, sim, discutir e se preparar adequadamente. Essa é uma decisão que vai diminuir sofrimentos e aumentar alegrias. Filhos bem criados são razão de orgulho e é, através deles, que encontramos a perpetuação de nós mesmos!

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     “Ninho vazio”. Os filhos cresceram e “ganharam o mundo”. E agora?

     Após anos a fio a estruturar o lar e dedicar-se a educar os filhos, por razões inerentes à própria evolução da vida, o casal, a certo momento, acaba ficando a sós como dois pássaros num voo solitário. Os filhos crescem, constituem suas famílias e deixam o lar materno, partindo para novos mundos...
     Nessa viagem eles deixam para trás um vazio. Um “ninho vazio”. Onde, antes, era casa cheia, alaridos e festas, agora repousa o silêncio de duas almas. Fica somente o casal, sob um teto de concreto frio.
    Porém, é a casa que ficou vazia, não o coração. Agora é hora do casal remoçar os desejos e reacender a velha chama da paixão. É hora de “namorar”, de passear junto, retomar os sonhos que ficaram estanques no tempo, quando esse próprio tempo era breve e as vontades imensas.
     É um momento, então, de um voltar o olhar para outro e de se dedicar ao culto sentimental. De olharem para si próprios e cuidarem-se, e relembrarem da beleza que, um dia, uniu aqueles dois corações.
     Quando o “ninho” fica vazio é o momento de os cônjuges se reaproximarem e com o calor do romance o encherem novamente de alegria e de razão de viver!

    Inácio Dantas
    Do livro © “Segredos para uma união vencedora!”

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domingo, 29 de maio de 2011

Julgamento, justiça: nobres conceitos a serem passados aos nossos filhos.




      É correto alguém fazer justiça com as próprias mãos, quando há lei constituída para fazê-la? Quem assim procede muitas vezes abdica do prévio julgamento, justo e leal, para fazê-lo levado pelas emoções e irascibilidade. Essa forma de agir é perigosa e um péssimo exemplo para as crianças. Elas veem os adultos como “justiceiros”, esquecendo-se que há a lei dos homens e a lei de Deus para julgar com justeza, imparcialidade, equilíbrio, e de acordo com as constituições humanas. O que devemos passar aos nossos filhos? Que a lei é a única forma justa e correta de resolver desavenças e litígios, pois tudo que é resolvido sob os preceitos legais evitam o acometimento de erros e injustiças.

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     Julgamento

     Aquele que julga sem provas, não tarda e será julgado pelo Julgador. Assim está escrito!
   A história deixou gravada com tinta de sangue a epopéia daqueles que julgaram – e condenaram – inocentes. As provas, e o direito, foram alterados e convertidos em interesses escusos.
    Não se deve julgar sem provas. Esse é um fundamento universal que deve estar ativo na mente do homem!
   Quanto aos filhos, devem começar tão logo se predisponham a julgar sem estarem munidos de provas cabais. Será nesse ato que você, pai, intercederá, orientando-os como agir. Ressalte que o direito que usarem para julgar, os outros usarão para julgá-los.
    Ao crescer com essa base consolidada, eles saberão que julgamentos errados podem mudar o destino das pessoas – e até do próprio mundo!

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      Justiça

     O foro da justiça é, antes de tudo, a nossa consciência. Conscientizarmo-nos, e agirmos, usando com equidade a balança da justiça, é sermos justos com os outros para que sejam conosco, e, principalmente, estarmos protegidos por Deus.
     A prática da justiça é matéria que se aprende na escola e complementa-se no lar. Assim, pai que age com justiça forma um filho justo; e, contrariamente, pai que age com injustiça corre o risco do filho se espelhar nele e também agir injustamente.
     A luz da justiça deve propagar-se por todo o universo da criança e iluminar seu crescimento e formação. Será justa, sempre, desde coisas pequenas até coisas imensuráveis.
     Fazer o que é justo pode, eventualmente, dar trabalho e ser dispendioso. Mas, é certeza de consciência limpa, alma liberta e dias tranqüilos.

     Inácio Dantas
     Trecho do livro © “Pai, o que dizer para o seu filho?”

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quinta-feira, 19 de maio de 2011

Conselhos de pais? Orientações? Doze "dicas" importantes (IV)




1-Não ouça pessoas negativas, que reclamam da vida, que trazem a voz do desânimo. Você tem um compromisso com a felicidade, com o sucesso. Ouça pessoas positivistas, que trazem palavras de elevação, de incentivo e são exemplos de luta e vitória.

2-Abra a mão do bel-prazer e construa o mínimo para si e sua família. Não deixe o tempo passar em ‘brancas nuvens’. Quem não se preocupa em edificar na sua juventude, que construções terá ao envelhecer?

3-Não alce a mão para o fruto alheio e não dê o passo fora do seu espaço. Uma nação onde os cidadãos se respeitam é uma nação forte, próspera e feliz.

4-Evite vangloriar-se de ter isso ou saber aquilo; refute a soberba. O mundo vê com olhos de reprovação aqueles que se autovalorizam.

5-Num momento de descontrole faça uma pausa, inspire fundo e reflita, para não dizer coisas que não gostaria que lhe dissessem.

6-Se você está apto, devidamente preparado para uma prova ou competição, não entre temeroso, com receio de falhar. Entre disposto, firme, confiante, ou o seu maior adversário será você mesmo.

7-Persevere em busca da vitória, você é capaz. A maior glória de um homem é vencer usando sua própria capacidade.

8-Se você for chamado para mediar uma discussão, não seja partidário desse ou daquele antes de ouvir ambas as partes. Conheça os motivos de cada qual e decida-se, privilegiando sempre quem realmente estiver com a razão.

9-De súditos a majestades, de cidadãos a presidentes, todos aqueles que se julgarem invencíveis vão tombar como qualquer mortal.

10-Se você quer as coisas justas e corretas, dê o exemplo. Aja com justeza e correção. Mostre que o que você deseja para os outros é o que pretende para si.

11-No lar, no ambiente de trabalho, nas ruas, use sempre as palavras ‘por favor’, ‘dá licença’, ‘obrigado’. Não as economize nem se envergonhe de usá-las. Seja educado. Educação é igual uma moeda: com o mesmo valor que você paga você recebe.

12-Ao vivenciar um momento de escuridão, de dificuldades, faça uma oração. Não se esqueça de quem não se esquece de você: Deus. Ele é um manancial de luz, fonte de inspiração. Seus pensamentos vão clarear e suas idéias serão pródigas de soluções.

    Inácio Dantas

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