sábado, 2 de abril de 2011

Ironia? Irritação? Oriente seu filho o exercício do respeito e da paciência.



     O filho deve respeitar o pai, a mãe, os entes familiares. Quebrar essa ordem é ver o filho voltar-se contra os familiares e desagregar o lar. E lar onde filho desobedece e desrespeita os pais, até as paredes tremem. Não deixe, jamais, chegar a esse ponto. Você, pai, é o capitão; seu filho o soldado. E pela ordem natural das hierarquias, soldado sempre obedece e respeita o capitão!

     Ironia

     Quando o filho ironiza o pai, e o pai não tem voz ativa, o lar fica sem rumo, desgovernado, como um astro no espaço que perde a luz e projeta-se no vazio.
    Jamais deixe isso acontecer com você!
    Ironizar é zombar, transfigurar as palavras interpretando-as com um sentido diferente do que são. Ao primeiro sinal, pulso firme e um chamamento para corrigi-lo. No ato. Negligenciar é permitir que o filho ‘role os dados’ e dar as rédeas para controlar você.
   Por mais que um pai seja amigo do filho, e sempre deve ser, há uma divisão definida entre quem ordena e quem obedece. Quando essa lógica é invertida, até as telhas estremecem...
   Um pai jamais deve aceitar, passiva-mente, que o filho lhe faça sarcasmos. E para não chegar a esse ponto, desde pequeno, a educação deve ser para o filho um alimento, e o respeito ao pai o ar que ele respira!

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      Irritação

    Há pessoas que, sem explicação plausível, descontrolam-se emocionalmente, perdem o humor e ficam irritadas. Passam a conversar em monossílabos, fechadas com ‘cara de poucos amigos’. O relacionamento perde o feelling e o ambiente fica tenso, delicado. Mas, como evitar chegar a esse estágio?
     A irritação não afeta somente os adultos, mas também os pequenos e jovens. Ter autocontrole é suavizar os nervos e não ser tomado pelo destempero. E esse autocontrole deve ser transmitido pelos pais, a fim de dar ao filho experiência para superar-se em momentos críticos. Alguns exemplos:
     *Não perder tempo com nulidades, postergando o importante.
     *Tarefas complexas, não fazê-las se tiver dúvidas ou se não souber.
     *Ante um momento vital, pensar para decidir, e jamais decidir afoitamente.
   
     Inácio Dantas
     Do livro ® “Pai, o que dizer para o seu filho?” )

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sexta-feira, 1 de abril de 2011

Disposição, boa educação: seu filho em sintonia com o mundo!


  Cobre, racionalmente, força colaborativa do seu filho. É importante ele participar das atividades do lar. Ajudas para coisas leves e triviais são bem-vindas. Isso torna-o pais participativo, cria um entrelaçamento familiar,  acelera o dinamismo e a boa disposição.

     Educar para não punir

     As lições de um pai ensinam, educam e, mais que enciclopédias, são lições de existência e substituem as melhores faculdades do mundo.
     A lâmpada de um filho são os olhos do pai; os rastros do filho, os passos paterno. Na ausência do pai há a escuridão do amanhã e veredas incertas guiadas por mãos estranhas.
     A voz paterna pune com rigor, mas acalma qual suave melodia. Antes uma bronca que orienta, que um elogio falso; antes o grito para indicar o perigo, que o acidente pelo silêncio.
     Os braços de um pai devem estar abertos para libertar o filho para o mundo, e para recebê-lo e aconchegá-lo quando um dia retornar.
     Pai, eduque seu filho melhor que seu pai educou você. Amplie seus limites, alargue seus horizontes. Ontem, hoje, amanhã, e de geração em geração!

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     Disposição

     É exigindo boa disposição no seu mundo infantil que, ao crescer, um filho mais facilmente estará bem disposto no seu mundo adulto.
     Ao ser ensinado, após suas brincadeiras, que deve guardar o que tirou do lugar; que deve usar e não estragar; limpar o que sujou; apagar luzes acendidas e tantas outras pequenas atribuições, a criança fará disso um hábito - saudável e responsável.
     A liberalidade no lar, tolerando que ela ‘bagunce’ sem ter limites fixados e rotinas preestabelecidas, fará com que ela pense que sempre haverá alguém para reorganizar suas coisas, habituando-a à indisposição.
    Assim, ensinar e exigir desde cedo, é não ter que cobrar e punir mais tarde. E ao entrar na concorrida disputa por um posto de trabalho, com uma disposição invejável, dará um grande passo para conquistá-lo, possibilitando, dessa forma, realizar seus sonhos e objetivos de vida.
  
     Inácio Dantas
     (do livro ® “Pai, o que dizer para o seu filho?”)
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Boa índole, gratidão, receitas para um bom relacionamento paterno.


   Os filhos aprendem com os pais, desde coisas erradas a coisas certas, coisas reprováveis e louváveis... Por isso, nós pais, devemos ser um celeiro de bons ensinamentos. Devemos lhes passar lições de justeza, retidão, honestidade, dignidade. Lições de boa índole, gratidão, pois é honorável ver um filho que , tanto para os pais quanto para os estranhos, tem sempre nos lábios a palavra "obrigado"!

   Boa Índole

   Toda pessoa rotulada de má índole vive no submundo, à margem das leis. As pessoas afastam-se, os olhares desviam-se e os amigos rareiam, porque aquele que o segue e apraz-se dos seus métodos, mesmo que seja bom, também de má índole será rotulado.
     E qual é o pai, cioso do filho amado, vai aceitar que ele abdique de um bom lar para seguir um errante?
   É impreterível que todo pai conheça aqueles com quem anda seu filho. Se estiver entre sábios, sábio poderá se tornar; mas se estiver entre malévolos arrisca-se a se tornar um deles.
    Construir boa índole é um processo longo, talvez de uma vida inteira. Destruí-lo é rápido, basta abandonar as boas doutrinas e apegar-se ao que é errado. Essas duas opções devem estar bem definidas na mente dos nossos filhos. E cabe a nós, pais, a responsabilidade de ‘abrir’ a cabeça deles e inserir, unicamente, a opção dos bons fundamentos!

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     Ingratidão

     Quantas horas de vida perde um pai, descorçoado com o filho ingrato?
    Um pai, dia após dia, dá-se com amor e afeto bem educando o filho, o qual, ao ficar adolescente, desdenha esse amor e torna-se ingrato. Tudo que foi investido ao longo da sua formação é esquecido, e ele troca os valores mais comezinhos da afetividade pela ingratidão. Enxerga somente que o pai é um ser que existe para servir seus interesses próprios...
     Diante disso, como agir?
    Deve-se fazê-lo compreender que gratidão é uma moeda produzida no coração para se pagar o bem recebido. E que ninguém que é ingrato alcança as benesses da terra, as quais Deus premia àqueles que bendizem o favor recebido.
    Por fim, faça-o compreender que as rodas do universo giram em direção à felicidade, tendo por impulso a força da gratidão!

     Inácio Dantas
     (do livro ® “Pai, o que dizer para o seu filho?”)

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Deveres, obrigações, determinação: lições aos filhos para edificar a vida pessoal


  Permitir o comodismo, a desorganização? Isso não é bom para o filho, pois torna-o indolente e dependente. Ao contrário, devemos torná-lo participativo, independente, tanto nas tarefas do lar como nas tarefas individuais. Essa é uma forma leve e saudável de prepará-lo para os desafios que breve terá pela frente...

    Deveres e Obrigações

     Tão logo a criança cresce e desenvolve o dom do entendimento, é hora de ter sua atenção focada para o convívio em sociedade. Para isso, de forma didática, o pai pouco a pouco a fará assumir responsabilidades, colocando entre os seus deveres e obrigações:

     -Respeito aos pais, familiares, e aos mais velhos
     -Ir à escola e estudar
     -Limpeza e asseio íntimo
     -Organizar suas coisas pessoais
     -Fazer suas tarefas no lar, etc.

     Os deveres são uma forma de criar uma base saudável na criança e prepará-la para os enfrentamentos da vida. Assim, ao crescer, tornar-se-á responsável e aperfeiçoará sua autoindependência. E aprenderá, que num sentido inverso aos deveres e obrigações, tem uma plêiade de direitos, e que respeitar o direito dos outros é um ‘canal aberto’ para ter os seus direitos respeitados.
  
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     Determinação
      
     Estar determinado é a energia que impulsiona a fábrica dos sonhos rumo aos grandes êxitos. Se você ao longo da vida não obteve êxito em algum sonho, talvez não o tenha bem impulsionado com a sua determinação. E se obteve, é uma razão a mais para direcionar essa energia construtiva aos sonhos do seu filho.
     Estimule-o a persistir, não retornar nem tentar contornar dificuldades; seguir confiante, retirando as pedras e aclarando o caminho, não permitindo que o desânimo o desvie da trajetória. Quando a determinação está presente, o impossível é apenas difícil, e o difícil torna-se fácil. Com o ânimo aceso, trabalho, e acreditando que é possível, o troféu será uma questão de tempo.
     Desde o banco escolar, acenda nas lições do seu filho a luz da determinação, e certamente no futuro terá um homem iluminado pelo sucesso!
  
     Inácio Dantas
    (do livro ® “Pai, o que dizer para o seu filho?”)

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terça-feira, 29 de março de 2011

Bom relacionamento a dois: segredo da felicidade.


  Cuidados: Na doçura da pessoa amada, um remédio para todos os males.

  Estender as mãos de forma prestativa, alma zelosa, para cuidar do cônjuge, é dar-lhe o que um dia receberá de volta: bons cuidados.
  Quem planta a semente do bem, do bem colhe o fruto. Assim, bem tratar o cônjuge, não prescindir da atenção, ampará-lo nos momentos difíceis, sobretudo de saúde, é manter o casal unido, um pensando no bem estar do outro, ambos se ajudando mutuamente e superando a tudo e a todos.
  É debilitar e enfraquecer a relação um dos cônjuges pensar unicamente em si e deixar o outro à própria sorte.
  Na vida marital, quando um não cuida do outro o casal adoece. A força do coletivo é resultado da saúde individual dos pares. Agir com solicitude e cobrir a pessoa amada de cuidados é um ato humano venerável, afinal, nesta vida, quem ama cuida.
 Cônjuges unidos pela cumplicidade não vacilam nos cuidados entre si. Estão sempre atentos a qualquer instabilidade, quer seja espiritual, emocional ou de saúde, repondo-lhe as energias e restabelecendo-o prontamente.
  O corre-corre das atribulações diárias é cessado em prol do bem-estar, pois ao contentamento do outro é sentir-se contente consigo próprio!

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  Cumplicidade: o que um deseja para o outro deve ser reflexo do que deseja para si.

  A partilha das atividades diárias de um casal, além de diminuir a carga do esforço de cada um, torna-o mais íntimo, aperfeiçoa-o e fortalece-o para enfrentar os transtornos da vida.
   Somar forças é diminuir dificuldades!
 Um bom papo, espíritos em alto-astral, almas felizes, permite arquitetar empreendimentos vislumbrando um futuro auspicioso. Quanto mais estreita a cumplicidade, mais há melhoria no padrão de vida do casal, culminando com a formação de uma dupla de imbatíveis vencedores.
   Não é só de dinheiro que vive o casal. Mas de união, desejo de vencer a escuridão dos problemas com a aura protetora do amor.
   Casais onde o relacionamento é transformado em “cada um por si” dá-se a fissura da união, passo para a ruína. E, além do embate interno, terão que embater com o mundo lá fora, selva repleta de leões famintos.
   Cumplicidade é sociedade entre marido e mulher, onde o contrato é ditado pelas normas do amor e a regência pelo desejo de viverem a mesma vida, como um só corpo, por longas e longas décadas.

   Inácio Dantas
   Do livro ® “Segredos para uma união vencedora!”
                  
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sexta-feira, 4 de março de 2011

Calma, tranquilidade, paciência. Você e seu filho, numa “boa”.



    A ideia de que “pai manda e filho obedece” às vezes entra num processo de incompreensão. Pergunta: e quando o pai ordena ao filho uma tarefa e a ordem está errada? Falar, ouvir a opinião do filho, e dialogarem como dois amigos, não há dúvida, o relacionamento, seja pai, mãe, filho, filha, será sempre harmonioso e o lar estará sempre em bom redemoinho vibracional.

    Portanto, amigos, quando algum problema advir com o filho, tenham em mente três coisas: paciência, reflexão e bom diálogo.

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      Paciência

     Com freqüência temos que explicar aos nossos filhos a diferença entre segurança e perigo, o bem e o mal, o certo e o errado. Mas, calma! Você terá que repetir esses e outros cuidados desde os primeiros passos dele. E repetirá palavra a palavra, de forma incansável, olhando-o no semblante para constatar se compreendeu.
     Como o fará? Com paciência. Inesgotável. Sim, você terá de falar e explicar como se cada vez fosse a primeira.
     Dia a dia você se dedicará a ele, esquecendo-se de si mesmo. Serão anos a fio, de forma didática, preparando-o para o mundo, colocando sob os pés dele um chão plano e firme.
     Enquanto ele brinca, você, com paciência e uma visão bifocal o supervisiona: Numa lente vê a fantasia do presente; na outra projeta a realidade do futuro!

      Inácio Dantas
      Do livro (c) “Pai, o que dizer para o seu filho”)

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domingo, 30 de janeiro de 2011

Pai, mãe, prepare seu filho para se destacar na sociedade

      Bons relacionamentos de amizade iniciam-se ainda na infância. Muitos deles perduram por toda a vida. Por isso é importante uma integração harmoniosa dos filhos com os amiguinhos para que dessa convivência frutifique relações que poderão, além de desenvolvê-los como pessoas, ser úteis na fase adulta nas suas inter-relações. 

      Organizar-se em equipe
    
     A partir do momento que a criança desperta para as amizades, desperta-lhe também a necessidade de organizar-se em equipe. Ela passa a conviver de forma participativa, a dividir seus brinquedos com os outros, e, dentro do seu pequeno mundo, aprende a obedecer decisões, aceitar regras e respeitar limites.
     O pai, acompanhando esse primeiro contato, deve orientá-lo que seus brinquedos são ‘comunitários’, como os dos demais, e que as discordâncias serão postas de lado em prol da homogeneidade da equipe. O entendimento deve ser amplo, e as dúvidas resolvidas harmoniosamente.
     Assim, crescendo nesse ambiente, e extrapolada essa experiência para o mundo adulto, o país ganha um cidadão com conceito de equipe, dinâmico, organizado. E o seu relacionamento, em qualquer empresa, será eficaz e altamente produtivo!

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     Orientações

     Quantos erros todos nós cometemos ao longo da vida, recebemos orientações, nos corrigimos e fomos perdoados por nossos pais?
     Se, hoje, vemos aqueles erros se repetirem com nossos filhos, talvez em época e forma diferente, temos que buscar entender as razões, e igualmente perdoá-los e orientá-los para não mais errarem.
     Ser pai é ser juiz, confessionário, mestre. Juiz que julga com eqüidade e pune com peso justo; alguém que está sempre pronto a ouvir, ponderar e propor novas e melhores opções; mestre, que avalia o erro e orienta a correção.
     A presença paterna na vida do filho é como o farol na praia iluminando o mar e mostrando as águas seguras ao navegante.
     Ser pai é ter a palavra que orienta, cobra, castiga e perdoa. Sempre!

     Inácio Dantas