terça-feira, 5 de julho de 2011

A Bíblia e a Família: duas meditações oportunas:



  “Filho meu, ouve a instrução de teu pai, e não deixes o ensinamento de tua mãe. Porque serão como diadema gracioso na tua cabeça e colares ao teu pescoço”

Provérbios 1:8-9

     Pai, instrua o seu filho. Filho, ouça a instrução do seu pai!
     Pode um filho ser feliz e encontrar a prosperidade vivendo em desarmonia com os pais? Certamente que não. A felicidade de qualquer um tem como premissa a boa educação e o relacionamento harmonioso junto aos seus pais e à família.
    Um lar onde pais e filhos não se entendem as paredes tremem. É um lar frio pela ausência de calor humano e escuro pelas trevas do desentendimento. E ainda pior. Ao haver brigas e desapreço, Deus se entristece e uma névoa de infelicidade cobre aquela morada.
     Qualquer lar para ser forte, inabalável, tem de estar unido pelo respeito e ungido pelo amor.
     O filho deve receber, qual um dedicado aluno, as lições ministradas por seu pai e sua mãe. São lições de vida e cidadania, pois a melhor escola de um filho são os ensinamentos dos seus pais.
   As pessoas que têm uma luz especial, que vivem a sorrir, a irradiar paz e felicidade e subir os patamares da vida com troféus de vitórias, são, inconfundivelmente, aquelas que têm amor por Deus e amor por seus pais eternizados no coração!

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     “Eis que chega a hora, e já se aproxima, em que vós sereis dispersos cada um para sua parte, e me deixareis só; mas não estou só, porque o Pai está comigo.”
João 16:32

     Haverá de chegar um momento, na vida de todos os pais, quando verão seus filhos deixarem o lar paterno para congregarem-se a outras famílias. A casa, onde junto aos pais era festa, de repente será silêncio. Dispersos, cada um para um lado, os filhos deixarão pai e mãe.
     Mas, por mais que fiquemos sós, Deus sempre está conosco!
     Tenha você também esta certeza da proximidade de Deus e construa uma ponte sobre o silêncio e a solidão. Para isso, peça ao Criador:
     Em cada palavra de amor que eu disser, duas flores desabrochem no jardim da paz;
    em cada tufão de dificuldade que soprar, erga-se o muro inquebrantável da esperança;
   em cada atalho que eu tomar, rumo ao meu destino, que Sua luz ilumine meus passos e Sua mão desvie as setas do perigo;
   em cada lágrima de dor que verter dos meus olhos, mil lampejos de alegria reflitam da minha boca;
     e, Senhor, em cada sonho que eu tiver, revela-me a maravilha do Seu Reino. E se eu for merecedor, desperta-me para alcançá-lo e comigo esteja, hoje e por todo o sempre.
    Amém!

     Inácio Dantas
    
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segunda-feira, 27 de junho de 2011

Ingratidão, Iniciativa: duas lições valiosas para os filhos.




   Quantas vezes assistimos na TV, e até mesmo vemos acontecer nas ruas, cenas de filhos se rebelando contra pai e mãe, desdenhando a autoridade paterna, mostrando-se ingratos? E os pais, tentando compreender a incompreensão dos filhos, ora com voz meiga, ora irritados, contrapõem-se à gritaria deles... O que fazer? Que atitude correta tomar para não aumentar ainda mais a ingratidão?

    Claro, cada caso é um caso. Alguns pais e mães agem de uma forma, outros de outra forma, tendo em vista o conhecimento das reações e das “manhas” dos filhos... Mas, seja como for, os pais devem sempre coibir e mitigar as reações abruptas deles. E devem fazê-lo quando eles ainda são crianças, pois nessa fase as palavras e ações paternas têm poder sobre os pequenos. Porque, depois que elas crescem, aí então essa tarefa fica difícil, senão impossível...

    Ingratidão
    
    Quantas horas de vida perde um pai, descorçoado com o filho ingrato?
    Um pai, dia após dia, dá-se com amor e afeto bem educando o filho, o qual, ao ficar adolescente, desdenha esse amor e torna-se ingrato. Tudo que foi investido ao longo da sua formação é esquecido, e ele troca os valores mais comezinhos da afetividade pela ingratidão. Enxerga somente que o pai é um ser que existe para servir seus interesses próprios...
     Diante disso, como agir?
    Deve-se fazê-lo compreender que gratidão é uma moeda produzida no coração para se pagar o bem recebido. E que ninguém que é ingrato alcança as benesses da terra, as quais Deus premia àqueles que bendizem o favor recebido.
   Por fim, faça-o compreender que as rodas do universo giram em direção à felicidade, tendo por impulso a força da gratidão!

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     Incentive seu filho à realização de tarefas que possam ser benéficas para eles mesmos. Temas escolares, assuntos de trabalho, atividades no lar... Quando eles desenvolvem a aptidão por algo, e a iniciativa é instantânea, dá-se um passo firme para os prepararem para uma futura liderança.

     Iniciativa

     Força de vontade, diligência, antecipar-se aos outros para realizar tarefas, são exemplos de iniciativa.
     Quem tem iniciativa está um passo à frente dos demais. Ativo, e altivo, não tem dificuldades para obter trabalho, pois sua mão de obra é sempre requisitada. É o tipo de profissional que as empresas demandam e ao qual ofertam os melhores salários.
    Mas, pergunta-se, o profissional de iniciativa já ‘nasce feito’? Ou ele é moldado no decorrer da vida?
    Pode ser uma ou outra, ou até a união de ambas as coisas. Porém, a verdade é que ele é moldado durante seu processo de crescimento. Com a presença inspiradora do pai, o ímpeto da iniciativa desperta e o filho torna-se um exponencial.
   ‘Injeção’ de incentivo, cobranças racionais, incansável ensinamento. Eis como formar um grande artista tendo por maestro o pai!
 
     Inácio Dantas
     (Trechos do livro © “Pai, o que dizer para o seu filho?”

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quinta-feira, 16 de junho de 2011

Pai, mãe, filhos... Vários almas, um só corpo!



     Família, uma benção sublime para enfrentar e vencer dias difíceis.

     As pessoas amadas merecem de nós carinho, respeito, atenção. Membros do mesmo clã, elas formam conosco uma união carnal e espiritual.
     Família são muitos corações e uma só alma. Embora composto de várias artérias, se integram e interagem pelos mesmos princípios e formam entre si uma entidade de amor, irmanada pelo mesmo sobrenome.
     Mesmo aqueles que se desgarram, que optam pelos caminhos do erro, merecem de nós o perdão e o desejo de que sigam seus destinos e encontrem a felicidade.
     Devemos ser solidários e convivermos com quem é sangue do nosso sangue, senão como conviveremos com estranhos? Romper o cordão umbilical que nos une à família é aventurar-nos à própria sorte. Nos descaminhos há mãos hostis à espera dos solitários. Viver sem amor e sem afeto familiar é viver à mercê dos perigos da noite, dos rigores do frio, das agruras da fome.
     No seio da família, confortado pelos que nos amam, é onde recarregamos nossas baterias e recompomos forças; é onde encontramos guarida segura; é onde nossas dores são curadas e onde nossas angústias têm fim.
     Quem tem uma família amada tem dias venturosos e a vida orientada por Deus; tem os pés em chão firme e está pronto para alçar voo e conquistar o mundo!

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     Você e sua família em convivência com os amigos:

·    Ao discordar da opinião de um amigo o faça com mansidão como se discordasse de si mesmo.


·   Com os amigos seja honesto, respeitoso, e cumpra a palavra e os compromissos. Eles lhe serão fiéis, exaltarão seu nome e dignificarão sua honra.


·         Para os melhores amigos, tente fazer o impossível. Se não conseguir, valeu a tentativa.


·     Seus melhores amigos guarde-os no lado esquerdo do peito, eles são indicados por Deus. Ou você vai desprezar tão sublimes indicações?


·   Quando você encontra um grande amigo, e por ele também é encontrado, é como se o mundo ganhasse mais dois irmãos!


·     Mentalize: “Minha mente e minha massa corpórea é toda felicidade; logo, tenho a vida em ascensão, amigos, conquistas e um futuro alvissareiro!”

       Inácio Dantas
       Do livro © “Semeando dias felizes!”

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quinta-feira, 9 de junho de 2011

Filhos crianças, filhos adultos... Hora de administrar a evolução da vida.




      Filhos: um pedaço de nós fora do nosso corpo!

     Filhos, tê-los ou não tê-los? Essa é uma decisão importante que vai modificar para sempre o futuro do casal. É um ato sublime que deve ser decidido com responsabilidade, pois o mundo globalizado, e muito competitivo, reescreveu uma nova dinâmica para a criação deles.
     Hoje, encurtou-se o tempo e expandiram-se as necessidades – saúde, educação, vestuário, segurança, trabalho, etc. Por conseguinte, ter um filho passou a ser algo que deve ser previamente discutido e programado e não uma simples “obra do acaso”. Pôr no mundo uma nova vida passou a se constituir uma tarefa que exige dos pais dedicação em tempo integral. A ideia de que “mesa que come um, come dez”, ficou no tempo, ultrapassada. O ritmo frenético da modernidade deixou exíguo o tempo disponível. Criar um filho agora tem um alto custo material e uma alta doação de si mesmo: a afetividade.
     Destarte, o casal deve, sim, discutir e se preparar adequadamente. Essa é uma decisão que vai diminuir sofrimentos e aumentar alegrias. Filhos bem criados são razão de orgulho e é, através deles, que encontramos a perpetuação de nós mesmos!

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     “Ninho vazio”. Os filhos cresceram e “ganharam o mundo”. E agora?

     Após anos a fio a estruturar o lar e dedicar-se a educar os filhos, por razões inerentes à própria evolução da vida, o casal, a certo momento, acaba ficando a sós como dois pássaros num voo solitário. Os filhos crescem, constituem suas famílias e deixam o lar materno, partindo para novos mundos...
     Nessa viagem eles deixam para trás um vazio. Um “ninho vazio”. Onde, antes, era casa cheia, alaridos e festas, agora repousa o silêncio de duas almas. Fica somente o casal, sob um teto de concreto frio.
    Porém, é a casa que ficou vazia, não o coração. Agora é hora do casal remoçar os desejos e reacender a velha chama da paixão. É hora de “namorar”, de passear junto, retomar os sonhos que ficaram estanques no tempo, quando esse próprio tempo era breve e as vontades imensas.
     É um momento, então, de um voltar o olhar para outro e de se dedicar ao culto sentimental. De olharem para si próprios e cuidarem-se, e relembrarem da beleza que, um dia, uniu aqueles dois corações.
     Quando o “ninho” fica vazio é o momento de os cônjuges se reaproximarem e com o calor do romance o encherem novamente de alegria e de razão de viver!

    Inácio Dantas
    Do livro © “Segredos para uma união vencedora!”

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domingo, 29 de maio de 2011

Julgamento, justiça: nobres conceitos a serem passados aos nossos filhos.




      É correto alguém fazer justiça com as próprias mãos, quando há lei constituída para fazê-la? Quem assim procede muitas vezes abdica do prévio julgamento, justo e leal, para fazê-lo levado pelas emoções e irascibilidade. Essa forma de agir é perigosa e um péssimo exemplo para as crianças. Elas veem os adultos como “justiceiros”, esquecendo-se que há a lei dos homens e a lei de Deus para julgar com justeza, imparcialidade, equilíbrio, e de acordo com as constituições humanas. O que devemos passar aos nossos filhos? Que a lei é a única forma justa e correta de resolver desavenças e litígios, pois tudo que é resolvido sob os preceitos legais evitam o acometimento de erros e injustiças.

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     Julgamento

     Aquele que julga sem provas, não tarda e será julgado pelo Julgador. Assim está escrito!
   A história deixou gravada com tinta de sangue a epopéia daqueles que julgaram – e condenaram – inocentes. As provas, e o direito, foram alterados e convertidos em interesses escusos.
    Não se deve julgar sem provas. Esse é um fundamento universal que deve estar ativo na mente do homem!
   Quanto aos filhos, devem começar tão logo se predisponham a julgar sem estarem munidos de provas cabais. Será nesse ato que você, pai, intercederá, orientando-os como agir. Ressalte que o direito que usarem para julgar, os outros usarão para julgá-los.
    Ao crescer com essa base consolidada, eles saberão que julgamentos errados podem mudar o destino das pessoas – e até do próprio mundo!

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      Justiça

     O foro da justiça é, antes de tudo, a nossa consciência. Conscientizarmo-nos, e agirmos, usando com equidade a balança da justiça, é sermos justos com os outros para que sejam conosco, e, principalmente, estarmos protegidos por Deus.
     A prática da justiça é matéria que se aprende na escola e complementa-se no lar. Assim, pai que age com justiça forma um filho justo; e, contrariamente, pai que age com injustiça corre o risco do filho se espelhar nele e também agir injustamente.
     A luz da justiça deve propagar-se por todo o universo da criança e iluminar seu crescimento e formação. Será justa, sempre, desde coisas pequenas até coisas imensuráveis.
     Fazer o que é justo pode, eventualmente, dar trabalho e ser dispendioso. Mas, é certeza de consciência limpa, alma liberta e dias tranqüilos.

     Inácio Dantas
     Trecho do livro © “Pai, o que dizer para o seu filho?”

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quinta-feira, 19 de maio de 2011

Conselhos de pais? Orientações? Doze "dicas" importantes (IV)




1-Não ouça pessoas negativas, que reclamam da vida, que trazem a voz do desânimo. Você tem um compromisso com a felicidade, com o sucesso. Ouça pessoas positivistas, que trazem palavras de elevação, de incentivo e são exemplos de luta e vitória.

2-Abra a mão do bel-prazer e construa o mínimo para si e sua família. Não deixe o tempo passar em ‘brancas nuvens’. Quem não se preocupa em edificar na sua juventude, que construções terá ao envelhecer?

3-Não alce a mão para o fruto alheio e não dê o passo fora do seu espaço. Uma nação onde os cidadãos se respeitam é uma nação forte, próspera e feliz.

4-Evite vangloriar-se de ter isso ou saber aquilo; refute a soberba. O mundo vê com olhos de reprovação aqueles que se autovalorizam.

5-Num momento de descontrole faça uma pausa, inspire fundo e reflita, para não dizer coisas que não gostaria que lhe dissessem.

6-Se você está apto, devidamente preparado para uma prova ou competição, não entre temeroso, com receio de falhar. Entre disposto, firme, confiante, ou o seu maior adversário será você mesmo.

7-Persevere em busca da vitória, você é capaz. A maior glória de um homem é vencer usando sua própria capacidade.

8-Se você for chamado para mediar uma discussão, não seja partidário desse ou daquele antes de ouvir ambas as partes. Conheça os motivos de cada qual e decida-se, privilegiando sempre quem realmente estiver com a razão.

9-De súditos a majestades, de cidadãos a presidentes, todos aqueles que se julgarem invencíveis vão tombar como qualquer mortal.

10-Se você quer as coisas justas e corretas, dê o exemplo. Aja com justeza e correção. Mostre que o que você deseja para os outros é o que pretende para si.

11-No lar, no ambiente de trabalho, nas ruas, use sempre as palavras ‘por favor’, ‘dá licença’, ‘obrigado’. Não as economize nem se envergonhe de usá-las. Seja educado. Educação é igual uma moeda: com o mesmo valor que você paga você recebe.

12-Ao vivenciar um momento de escuridão, de dificuldades, faça uma oração. Não se esqueça de quem não se esquece de você: Deus. Ele é um manancial de luz, fonte de inspiração. Seus pensamentos vão clarear e suas idéias serão pródigas de soluções.

    Inácio Dantas

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segunda-feira, 16 de maio de 2011

Filho, um presente divino!




     Amigos,
  Ultimamente a mídia tem dado um destaque imenso para bebês “abandonados” pelas mães. Em várias cidades brasileiras presenciamos cenas chocantes de mães jogando seus filhos recém-nascidos em lixeiras, à própria sorte. Alguns desses bebês, resgatados em tempo, felizmente foram salvos. Em contraponto, quantos casais tentam ter filhos e não conseguem, e outros, que buscam a adoção, são barrados pelo excesso de leis.
    Essa abordagem é para nos conscientizarmos do que representa um filho. E, sem dúvida, para os casais que se amam ele é um presente dos céus!

    Filho, mais que uma obra humana, um presente divino.
   Uma vida feliz e grandiosa tem segredos que devemos passar aos nossos filhos para, conosco, eles engrandecerem e serem felizes também. Cabe ao pai abrir-lhes os portais da vida com amor, dedicação, e, sobretudo com o punho firme.
   De que vale um pai ter dotes de sabedoria e um filho tolo? E haverá melhor escola para um filho do que o ensinamento de um pai?
     Pegue na mão do seu filho, ensine-o a subir os degraus da vida e a transpor os difíceis atalhos que hão de vir.
    Acompanhe-o quando em caminhos estranhos. Diga-lhe a palavra certa se ele errar. Ensine-lhe que o bem é o antídoto para o mal. E que, desde cedo, ele pode conquistar o mundo com estudo, honestidade, trabalho, e, sobretudo com respeito e amor a Deus e aos seus pais!
  
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    É possível ao pai medir seu amor ao filho?
   Tem um filho noção da generosidade, do encantamento, da extensão infinita desse amor?
    Não existe amor maior nem mais puro que aquele que vive no coração paterno!
   O amor de um pai ao filho somente uma fita métrica divina pode medi-lo. E, nem o melhor ourives do mundo é capaz de avaliar o seu valor.
    Nada a ele se assemelha. Nada o suplanta. É algo tão grandioso que somente o coração de um pai pode comportar.
    É viver duas vezes de uma vez. É como olhar para as próprias mãos e senti-las por ser uma extensão do corpo. Assim ao pai é o filho. Um sentimento puro, incomparável, imortal.
    Tenha você também, por seu filho, esse amor que une e que faz uma só matéria em dois corpos dividir-se!

     Inácio Dantas
     Do livro ® “Pequenas Lições de Sabedoria”

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