segunda-feira, 27 de julho de 2009

União de pais e filhos: família forte e feliz.

     A família é uma obra de Deus. Desde Gêneris 12:3, quando Ele disse "E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra". Quem tem uma família amorosa, unida, tem um tesouro. E há algo melhor que um tesouro na terra, abençoado pelo Criador?

     Felicidade

     Não há, sobre a face da terra, riqueza mais bela e valiosa do que a felicidade.
     A felicidade é o estágio maior das conquistas humanas. Ouro, prata, jóias, bens ou qualquer glamour que possa existir, não se iguala nem a supera. Todos a buscam; muitos não a encontram. E quem a encontra é como encontrar dentro de si o deleite, a realização pessoal, o regozijo da vida. Então, que conselho melhor para dar ao filho, senão a da conquista de tão almejado galardão?
    Diga-lhe que há felicidade nas coisas triviais, nos atos simples e corriqueiros. Há felicidade por poder contemplar as estrelas, o céu azul, ao lado de pessoas que o ama e por elas é amado.
     Não é preciso palácios, cetros e coroa para obtê-la. Simplicidade, humildade, e principalmente amor, são alguns componentes desse maravilhoso presente deixado por Deus!

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     Família

    *Constituir uma família é construir a obra mais perfeita do universo. Guardá-la, e fazê-la feliz, é viver sempre sob o beneplácito de Deus.

      *Uma família é como um exército: faz da união, e da unidade de pensamento, força bastante para vencer o mundo!

    *Uma família desunida, onde o pai perdeu o respeito, é igual um time disperso com um técnico sem comando: a quem ambos vão derrotar?

      *O corpo de uma família adoece e se fragiliza quando em guerra. Inversamente, quando em paz, adquire saúde e se fortalece.

     *Um pai que vê sua família desagregar-se e não move um músculo, é como um major que vê seu batalhão ser derrotado e não dispara um único tiro.

  Inácio Dantas
  (do livro ® “Pai, o que dizer para o seu filho?”)

terça-feira, 14 de julho de 2009

Esperança, estratégias de vida. Ensine ao seu filho esses nobres valores.



    Incentive seu filho a acreditar nos seus sonhos. Não é porque não os realizou agora que amanhã não os pode realizar. Há um poder em todos nós que é a alavanca de todas as conquistas: Esperança. Estudar, dedicar-se, trabalhar abnegadamente são ferramentas que nos impulsionam para chegar "lá", ao ápice das conquistas. Ensine-lhe a jamais desistir ante um insucesso. Enquanto vivemos, a esperança deve estar viva dentro em nós!


     Esperança

    Faça seu filho acreditar, ir atrás dos sonhos, não descrer do seu potencial ao ouvir um ‘não’: se algumas portas se fecharem, outras tantas serão abertas.
    Incentive-o a abrir as asas da esperança e nelas confiar os sonhos. A esperança, ave divinal, alça vôo por longínquos céus e, de repente, pousa sobre o tão esperado sonho. Esperança é o sangue que flui no coração, vitaliza o corpo e alimenta a vida.

   Tudo que seu filho almejar, prepare-o para alcançar. Estudo, trabalho, aperfeiçoamento, formarão seu currículo para atingir os fins. Não o permita esmorecer se outros competirem com ele, mentalizando a derrota antes de jogar. Ele deve ter esperança de vitória, mesmo competindo entre centenas.

    Que ele persista, de forma tenaz, caminhando com o desejo fixo e o olhar iluminado pela luz da esperança!


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    Estratégias de Vida

  Em certas circunstâncias, usar a perspicácia é uma arma estratégica para defender-se de insultos e provações. Instrua seu filho para:

   *Ao ser questionado, responder com inteligência, mesmo perguntas banais.

   *Para evitar queimar-se, não acender o pavio das polêmicas sobre tema desconhecido.

   *Estar em dia com os estudos para não remediar ‘ajuda’ no dia das provas.

   *Fazer amizades com o maior número possível de pessoas. Cada amigo a mais, um inimigo a menos.

   *Respeitar os mais velhos, pois além de sinal de educação, resguarda a integridade física...

   *Se estiver num grupo que vai seguir pelo caminho do erro, fugir pelo atalho mais próximo.

   Inácio Dantas
   (do livro ® “Pai, o que dizer para o seu filho?”)

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segunda-feira, 29 de junho de 2009

Erro, castigo, perdão... Pais bem relacionando-se com os filhos.


    A ideia de bater nos filhos quando eles erram deve ser melhor avaliada pelos pais. Pancadas não são um remédio eficaz para erros e desobediências. Pode até funcionar, mas também pode deixar sequelas. Portanto, cuidado. Conversar de forma educativa, mas impositiva, fazendo o filho ver onde errou, como corrigir-se e não mais errar, geralmente é uma alternativa saudável, educativa e que dá bons resultados.

     Erro e perdão

   Enquanto há vida, tudo neste mundo tem conserto. Pode dar trabalho e demandar tempo, porém não há nada que não possa ser apagado com a borracha do arrependimento e rescrito com a tinta do perdão. E esta verdade vale para, desde uma criança, até um ancião.
    Nossos filhos podem cometer erros, afinal os erros fazem parte da natureza humana. Porém, devemos fixar na consciência deles que errar não é o fim do mundo, e que o jardim da paz pode ser reflorido com a mesma beleza, arrancando-se a erva daninha do erro com o simples ato do perdão.
    Se nossos filhos ao errarem forem perdoados, reciprocamente perdoarão o erro que lhes cometerem. Dessa forma estaremos, todos, vivendo sob a lição divinal de que o homem fez o erro, mas Deus fez o perdão!

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     Bom entendimento com os filhos:

   *Se você se enervou no trabalho, ou discutiu no trânsito, ao chegar em casa não descarregue a raiva no seu filho. Não faça, com ele, a guerra que você não fez na rua!

   *Imponha ao seu filho adquirir a instrução. Após adquiri-la ele ficará eloquente e não cairá no laço dos instruídos.

   *Há algo mais terrível que o filho ter vergonha do pai? Antes, deve orgulhar-se, seja ele um doutor ou um simples operário. Projete essa imagem dignificante no seu filho. Como? Crie-o como pai, trate-o como irmão, conviva como amigo!

   *O entendimento com seu filho deve começar quando ele é ainda um embrião. Quanto mais cedo você iniciar o ‘diálogo’, menor será o tempo preciso para ele o entender!

     Inácio Dantas
    (do livro “Pai, o que dizer para o seu filho?”)

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terça-feira, 16 de junho de 2009

Egoísmo, enganos, duas falhas a corrigir em nossos filhos.





   Afaste do seu filho a ideia do egoísmo, de pretender as coisas para si sem pensar nos outros. Hoje o sucesso do mundo se resume a uma palavra: compartilhamento. Compartilhar é dividir para multiplicar, é dar e receber, é não ter, tendo. Portanto, desde seus brinquedos no chão da sala, ensine-os a dividir com os amigos e que os amigos façam o mesmo com os brinquedos deles. Ao final todos se divertirão em dobro!

     Egoísmo

    Dividir e compartilhar, dar para receber, ceder para contemporizar, são, às vezes, exemplos de que ter pouco é ter bastante. E também de que, às vezes, levar eventual desvantagem em algo pode estar intrínseco a paz, a amizade, a longevidade dos dias.
    Enfatizar às crianças que o egoísmo é o inverso de tudo isso é tarefa de nós, pais. Ser egoísta é fechar-se em si mesmo, querer possuir um mundo exclusivamente para si quando existe um mundo para todos. E essa atribuição, que é nossa, não deve tardar na vida dos pequenos.
   Dos egoístas os amigos se distanciam, desconfiam, passam a agir com indiferença e a amizade fica em risco.
    Inversamente, viver com altruísmo, ajudando e partilhando coisas e bens, é viver alheio às crises, cercado de amigos, usufruindo o bem estar.

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    Enganos

    Prevenir o filho do risco de enganos é escolá-lo para evitar constrangimentos. Alguns exemplos:


   *Não aplaudir alguém antes de falar para que não ocorra vaiá-lo depois.
  
  *Evitar mexer com desconhecidos. Fazê-lo é como entrar com um barco na tempestade: ambos podem sofrer acidentes, de repente...

   *Não tratar os outros por apelidos depreciativos, para não ter por resposta ofensas depreciativas.

   *Ao pressentir uma discussão, não dar veredicto sem antes saber quem detém a razão.

   *Se dez vezes perguntarem ‘quem ele é ele’, dez vezes dar a mesma resposta.


   Inácio Dantas

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quinta-feira, 14 de maio de 2009

Dez mandamentos para os pais e filhos.


      Os ensinamentos Cristãos aproximam e unem ainda mais os pais e os filhos. O bom relacionamento, o diálogo cordial, a afetuosidade, a tolerância, a compreensão e sobretudo o perdão, são recursos que o pai e a mãe devem utilizar para manter sempre um clima dócil entre os limites do lar e nas relações familiares.

     1.Esteja irmanado com os preceitos de Deus, tendo-os no coração como bússola das suas decisões.

     2.Ao prenúncio de um desentendimento, transforme-o em diálogo, e o diálogo em festa.

     3.Jamais permita que estranhos interfiram negativamente na relação dos dois.

     4.Diante de um erro, se estiver certo aceite desculpas; se estiver errado desculpe-se.

     5.Evite ofensas ou agressões; estas causam rupturas e melindram a convivência.

    6.Esteja com seu filho quando ele precisar de você, para que ele esteja com você quando precisar dele.

     7.Mostre-lhe os melhores caminhos para o porvir, e um dia ele lá estará a esperá-lo.

   8.As piores lições ele aprende com os amigos; as boas lições com o professor e as melhores lições com você!
  
     9.Eduque com rigor; puna com comedimento.

    10.Ensine-o a respeitá-lo, não a temê-lo.

     Inácio Dantas
     (do livro ® “Pai, o que dizer para o seu filho?”)

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terça-feira, 5 de maio de 2009

Pai, mãe, entre em ação ao sinal de desânimo ou desespero do seu filho!


  "Criança quieta, inativa, é sinal de que está doente..." Assim diziam nossos avós. Com a mesma preocupação que temos nessas situações, a quaisquer outras instabilidades dos nossos filhos devemos  "ligar a antena" e captar as alterações de ânimo e prontos para tomar imediatas providências. Somos nós, pais, os "médicos" dos nossos filhos dentro do lar. E é para ser diferente? Enfim, estamos sempre, na verdade, prontos para "o que der e vier..."

       Desânimo

     Deixarmos o desânimo abater-se sobre nós é postergar decisões importantes e perder o trem do progresso. O acometimento desse mal deixa o corpo indolente e a mente com pensamentos morosos, confusos. Prostrados num canto, músculos inertes, vemos o tempo passar, os outros evoluírem e estagnamos na mesmice. E se isso suceder com seu filho? O diagnóstico? Reativar o ânimo!
     Aproxime-se dele, abrace-o, seja seu ponto de apoio. Transmita-lhe força, autoconfiança. Ouça o que o está amargurando. Com a sua vivência, ressalte que ‘você já passou por isso muitas vezes e superou’. Reanime-o. Dê ideias ‘para cima’ para que ele ‘fique à vontade’ e descontraia no seu ombro amigo.
     Converse com doses de alegria, sorrindo e sepultando o desânimo. Logo ele estará disposto, vivaz, ânimo novo e restabelecido!

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      Desespero

     Deixar-se dominar pelos acontecimentos é correr o risco de, em vez de resolver o problema, agravá-lo ainda mais.
     Um fôlego de tranqüilidade, reflexão, olhar em volta e ver as opções disponíveis, são alternativas que devem ser lançadas mão. Tudo que é feito no calor do desespero tem resultado imprevisível.
     E como manter o autocontrole ante uma situação crítica, não se desesperando e resolvendo em bom termo?
     O desespero abala as pessoas de qualquer idade, rouba a tranqüilidade e as tornam irracionais. Como imunidade, devem ter acumulado um aprendizado, desde a infância. Aprender com os pais a controlar-se, não deixar o ‘sangue subir à cabeça’, pensar bem, refletir e tomar a decisão certa no tempo certo. A criança, ao receber essas lições, aperfeiçoa-as, livrando-se dos problemas com assertiva.
     As orientações ministradas pelos pais serão trunfos para os filhos aprenderem a superar o desespero e saírem-se bem ante qualquer situação ruim.

     Inácio Dantas
     (do livro ® “Pai, o que dizer para o seu filho?”)

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     Temas complementares (Casal unido pelo amor):

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terça-feira, 28 de abril de 2009

Não basta ser pai, tem de participar!

   Dentre tantas tarefas dos pais, na criação dos filhos, há algumas que não podem ter omissão ou descompromisso: educá-los e protegê-los para bem posicioná-los na vida e no círculo social. Quanto mais os pais participam na formação dos filhos, mais êxitos eles colherão no futuro. Portanto, a missão começa agora. Enquanto eles são pequenos e nossas orientações podem ser captadas, assimiladas e postas em prática.

     Criação e proteção

     Para que haja um bom filho deve haver um bom pai: é do bom ouro que se fazem boas joias!
     Ser pai não é ser tão somente o procriador, mas, sobretudo o provedor. Deixar a criança viver privações, de qualquer ordem, é gerar um adulto com cicatrizes profundas.
     Um pai que planta um filho e desaparece, está gerando um ente desconhecido. E o ser que ao mundo vier, um inocente, já vem condenado a enfrentar as intempéries da existência sem seu maior guardião.
     Nada substitui o calor de um colo paterno, ser erguido por mãos firmes ante qualquer tropeço, receber a bronca educativa após fazer uma peraltice.
     Pai que cria e protege o filho, vive unido pelo amor e ungido pelas mãos de Deus. Formam uma dupla imbatível, pronta para enfrentar e vencer as maiores adversidades!

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     Cumprimento Social

     Faz parte do inter-relacionamento humano o cumprimento entre as pessoas. É um gesto universal. Uma forma civilizada de aproximação dos povos, de confraternização e amistosidade. E a partir de quando começar a praticá-lo?
     É uma lição de casa que deve começar a ser praticada ainda na infância. Nessa fase o pai dará ao filho as primeiras noções do que dizer e fazer.
    ‘Bom dia’, ‘boa noite’, ‘por favor’, ‘dá licença’, dentre outras, e um dos mais afetivos gestos que é o aperto de mãos.
     São procedimentos simples, corriqueiros, mas que resultam numa interação de grande valia. E como é gratificante ver crianças e jovens cumprimentando adultos e deles recebendo calorosa receptividade!
   Dê essas valiosas aulas para o seu filho. Isso vai burilar sua educação, tornando-o polido, simpático e sempre bem relacionado.
  
     Inácio Dantas
     (do livro ® “Pai, o que dizer para o seu filho?”)

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